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Como foi: lançamento de A mosca no copo de vidro e outras histórias
Por Leonardo Pascoal*
10/11/2006

Da esquerda para a direita (em pé): Osnei Roko, Spacca,
Eduardo Rodrigues, Leonardo Pascoal, Eloyr Pacheco e
José Salles; (sentados) Will, Caio Majado e André Freitas
(Foto de Marcos Venceslau)

 

 

 

 

 

 

 


 
Num clima informal, o lançamento/debate (como noticiado aqui) foi um verdadeiro "clube do bolinha" instaurado ontem no Planeta Tela Espaço Cultural. A platéia, composta na sua grande maioria de quadrinhistas, ilustradores e alunos de desenho, teve participação ativa no evento enriquecendo ainda mais o debate.

A apresentação inicial foi feita por Eloyr Pacheco, falando da importância das edições independentes para o mercado de Quadrinhos nacionais; ele que já trabalhou na Metal Pesado/Tudo em Quadrinhos e na hoje inativa Brainstore, com o chamado mainstream, se confessa fã dos alternativos, "com essa edição é uma volta às origens", diz. Em seguida, Caio Majado, desenhista da HQ que dá título à publicação, falou de sua experiência com a revista Kaos!, depois foi a vez de Will comentar sobre seu trabalho com o fanzine Subterrâneo.

Spacca e Marlon Tenório
(Foto de Leonardo Pascoal)

O espaço foi aberto para os presentes que quisessem comentar sobre seus projetos; falaram: André Freitas, sobre a Front; Spacca falou sobre o seu Santô, agora no teatro; Eduardo Rodrigues falou sobre Tulípio, revista distribuída somente em "botecos", seu trabalho em parceria com o cartunista Paulo Stocker; e eu falei da Isto Não é uma Revista (De Terror!), que publico em parceria com Cláudio Mor e Thiago Cruz, e do meu trabalho na Internet.

Também estiveram presentes José Salles, da SM Editora, parceira na edição de A mosca..., que falou sobre a proposta da sua editora e aproveitou para distribuir, em primeira mão, o gibi Raio Negro - Super-Herói #1, com Raio Negro, Homem-Lua e Hydroman, personagens antológicos de Gedeone Malagola; o ilustrador Osnei Roko e Marlon Tenório, vencedor do 14° Salão de Desenho para Imprensa de Porto Alegre na categoria História em Quadrinhos.

O destaque ficou para o tom de otimismo geral com relação à situação do Quadrinho Nacional. Um dos pontos levantados foi a constatação de que há tempos não se via um volume tão grande de edições independentes disponíveis no mercado, outro fato apontado é que a Internet têm contribuído bastante para a divulgação destes materiais. "Se o mercado é ruim, vamos criar um, vamos fomentar público e criar alternativas", concluiu Eloyr Pacheco.

*Colaborou Wilson André Filho

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