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Claude Moliterni e o Brasil
Por Marko Ajdarić
19/08/2005

Claude Moliterni - a melhor combinação de quadrinhista e enciclopedista da Nona Arte, em todos os tempos - é um velho amigo do Brasil. Em 1979, Moliterni esteve no Brasil, visitando o Salão de Humor de Piracicaba. A empatia com a cidade e com o festival foi tão grande que Moliterni deixou sua passagem registrada em álbum, ao ambientar uma das aventuras do personagem Harry Chase na cidade. Trata-se de Piracicaba, Mon Amour, de 1980, ilustrado por Fahrer, em que temos um fato insólito e bem humorado: o vilão da história é ninguém mais ninguém menos do que o pesquisador brasileiro de quadrinhos Álvaro de Moya.

Agora, com o Ano do Brasil na França, o autor voltou a saudar a história dos quadrinhos no Brasil, resgatando (até com direito a surpresas de cronistas menos avisados), num artigo publicado no início do mês, que seu "personagem" Álvaro de Moya, juntamente com Reinaldo de Oliveira, Jayme Cortez Martins, Syllas Roberg e Miguel Penteado foram, sim, os protagonistas da primeira exposição internacional de quadrinhos do mundo, em 1951. Moliterni também brindou os leitores com um pequeno porém muito bem desenhado roteiro histórico dos quadrinhos no Brasil. Mais um "'favor" que o Brasil deve a Piracicaba. Claude Moliterni também é o responsável pela Larousse dos Quadrinhos (Larousse de la BD), e pelo guia anual de referência BD Guide.

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